segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mudança

Quem disse que mudar é fácil? Desta vez não estou pensando no lado poético da palavra mudar, estou falando do concreto mesmo... rs

Faz uma semana que estamos nos preparativos para o grande dia, assinatura de contrato, limpeza do ap novo que é maior e dá mais trabalho, correr atrás de caixas de papelão, comprar fita para fechar as caixas, plástico bolha para embalar móveis, tampar os buracos de parafuso na parede do ap antigo e depois pintar... encaixotar, não aguento mais encaixotar coisas, tenho vontade de jogar metade do que tenho fora! aff

Falta uma semana para a mudança e um monte de coisas para resolver, estamos exaustas! Por outro lado a ansiedade pelo novo nos dá pique para continuar a maratona, e a força dos amigos e familiares que fazem questão de ajudar também aquece o coração. É sempre bom ser amada, mas nessas horas é fundamental... rsrsrsrs

Eu já estava ausente do HSA e vou ficar um pouquinho mais, por isso peço desculpas aos meus leitores. Quando eu voltar já terei terminado a oficina de crônicas com a Milly e estarei com tudo novo a minha volta.

Inté!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Para a menina de Melissa no pé


Minha criatividade saiu de férias sem me avisar. Por isso, ando tão afastada daqui, nada flui desta cabeça que muitas vezes é considerada dura... rs

Sexta-feira fomos, eu e Tê, assistir Nara no teatro Jaraguá, um musical lindo, cheio de canções doces. Sentada na confortável poltrona vermelha, com olhos e ouvidos atentos ao musical, me lembrei de uma pessoa que há tempos não vejo. Ela certamente adoraria estar ali, ouvindo e vendo toda aquela beleza... me lembrei de sua ausência e também do quanto me faz falta.

Na platéia a grande maioria eram de donos de cabelos branquinhos, todos cantavam baixinho os sucessos de Nara Leão, entre as músicas a postada acima interpretada por Fernanda Takai.

Dentro daquele teatro, de alguma forma, falávamos a mesma língua... era a saudade, à sua maneira conversando ao pé do ouvido, no escuro, com cada um de nós.

A melodia, a letra, o volume... conjunto de elementos que nos levam para perto daqueles que fisicamente estamos distantes. Basta fechar os olhos, recostar a cabeça em algum lugar, soltar um longo e profundo suspiro e o diálogo entre mente, lembranças e coração... acontece.

Parece que a memória quando afetada por qualquer tipo de amor, fixa ainda mais nossas lembranças... sinto falta das gargalhadas, do jeito extrovertido, das nossas conversas, das viagens que nunca fizemos, de como éramos invencíveis juntas... sim, eu sinto sua falta!

Sai do teatro pensando na vida, nas saudades e em quanta gente deixamos para trás... ao me perder de algumas dessas pessoas, fiquei sem um pouco de mim. Sinto falta dessa minha parte.

Quando há amor incondicional, coração aberto, disposição de ambas as partes e um número de telefone, tudo pode ser resolvido... depende apenas de apertar algumas teclas e dizer: “alô... sinto sua falta, pode voltar com o pedaço que levou de mim?”

domingo, 12 de junho de 2011

Feliz dia dos namorados!

Nessa que sem dúvida é uma das histórias de amor mais famosa da minha geração, Renato Russo mostrou o quanto amar não tem nada haver com receita de bolo, não é nessessário se enxergar no outro para amá-lo, a falta de semelhança pode virar complemento e os padrões ditados pela sociedade não tem nada haver com as coisas feitas pelo coração. Se houver amor, respeito, atração, liberdade e vontade, simplesmente acontece.

O filme é uma homenagem da Vivo aos Eduardos e Mônicas. A publicação dele aqui,  é uma homenagem a todos os tipos de casais e/ou  relações que envolvam o amor romântico. 


"E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? Quem irá dizer que não existe razão?"

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Presentinho

Este video foi apresentado na segunda aula da ofícina de crônica. Achei muito interessante e por isso quero compartilhar aqui com vocês.

Elizabeth Gilbert é a autora de "Comer Rezar Amar." Clique no link abaixo, espero que gostem!


Ativem a opção legenda em português (Brasil).

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Oficina de Crônica

Hoje começou a deliciosa Oficina de Crônica que é ministrada pela genial Milly Lacombe na Escola São Paulo. A moça ganhou uma fã logo de cara, ela é ótima e eu estou amando o curso.

;^)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O canto escuro

Todos nós guardamos alguns segredos e questões difíceis num cantinho escuro do armário... é mais fácil fingir que resolvemos algumas coisas, do que entrar em contato com elas. Assim, não é necessário encará-las e podemos usar diversas ferramentas para esquecê-las, mesmo que momentaneamente.

Existem armários trancados a sete chaves, lotados destas questões e segredos, uma barreira entre o passado e o presente que nos permite seguir adiante sem olhar muito para trás. Acontece que somos cercados de pessoas que participam de nossas vidas e uma hora ou outra, alguém, mesmo que sem intenção, pode falar algo que nos fará entrar em contato com aquilo que escolhemos esquecer e/ou fingir que não existe... daí meu amigo, as questões guardadas durante longos períodos virão com uma violência brutal contra seu peito.

Neste momento você provavelmente vai reviver toda a dor que um dia o fez escolher colocar aquilo no canto escuro do armário, a angústia voltará em dobro, porque além de serem coisas não resolvidas e parecerem imensamente maiores do que realmente são, você vai se sentir mal por ter escolhido se esconder delas... e por ter se escondido delas, surgirá em você a certeza de que lá no fundo não passa de um covarde!

Mas covardia é uma palavra muito forte, pesada e pejorativa... podemos até nos sentir assim, mas não é necessariamente a realidade, não na maioria dos casos. O fato de não conseguir fazer diferente naquela situação, não faz de ninguém covarde, talvez fosse cedo para entrar em contato e resolver, talvez estivesse procurando ferramentas para encarar um turbilhão de sentimentos e não se afogar neles. Enfim, cada um sabe de seus motivos, mas covardia a meu ver, é outra coisa.

Se um dia alguém jogar suas questões pra fora do cantinho escuro, esbraveje, chore o quanto precisar chorar, coloque pra fora, isso é natural. São apenas reações pela dor que sem licença te trouxeram de volta, por ter entrado em contado com aquilo que é tão difícil pra você. 

Depois que se acalmar, respire bem fundo e entenda que aquela pessoa pode não ter feito por mal... pense em sua trajetória, nas coisas boas que conquistou e fez, lembre-se de cada luta vencida, de cada elogio escutado, de cada sorriso motivado por e/ou em você. Olhe para sua estrada, para o caminho que percorreu, perceba como é estreita, cheia de curvas, porém bonita, florida e com cerquinhas brancas em toda sua extensão... só assim, terá certeza de que acertou muito mais do que errou, assim entenderá que as questões não resolvidas são muito pequenas perto do exemplo de vida e ser humano que você é!

Tão importante quanto olhar para trás, valorizar tudo que construiu e onde conseguiu chegar, é saber que o armário não pode ficar cheio, que aos poucos você vai precisar mexer nas coisas e resolvê-las... quando conseguir esvaziar o canto escuro do armário e enfrentar todos os seus fantasmas, você entenderá que não conseguir entrar em contato com certas coisas por algum tempo, não faz de você um covarde, apenas tudo tem seu tempo!

Escrito numa tarde fria e ensolarada de outono.

terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Acontece...

O corte cicatriza, a angústia passa, o medo pode ser vencido, as lágrimas secam, a música acaba... assim, como o melhor dia de sua vida também chega ao fim, para que outros possam vir.

Deveria, mas nem de longe consanguinidade é sinônimo de amor e respeito.

Tudo muda e algumas coisas se transformam... fé impulsiona a força, o medo é o principal incentivador da coragem. Quem erra tentando, aprende muito mais do que aquele que prefere não arriscar. O amor romântico pode se tornar amizade e a amizade pode se tornar amor.

C'est la vie!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Musiquinha linda!!!

Quem disse que o facebook não serve para nada além de recadinhos bobos? Uma amiga (Lu), publicou no Face esta música que eu não conhecia, achei a banda muito boa e a música também. Por isso, resolvi mostrar aqui para vocês.

Canção Pra Não Voltar
A Banda Mais Bonita da Cidade

Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Não volte pro mundo onde você não existe
Não volte mais
Não olhe pra trás
Mas não se esqueça de mim não
Não me lembre que o sol nasce no leste e no oeste morre depois
O que acontece é triste demais
Pra quem não sabe viver pra quem não sabe amar

Não volte pra casa meu amor que a casa é triste
Desde que você partiu aqui nada existe
Então não adianta voltar
Acabou o seu tempo acabou o seu mar acabou seu dia
Acabou, acabou

Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Vá voar com o vento que só lá você existe
Não esqueça que não sei mais nada
Nada de você
Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada

Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol